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Ritual de Partilha

CNE – Agr. 731 Seixo de Mira, Casa Abrigo do Sporting Club Figueirense, Serra da Boa Viagem - 2, 3 e 4 de Setembro de 2005

> Introdução

O “Ritual de Partilha” é a actividade de Dirigentes e restantes elementos das Equipas de Animação, realizada todos os anos, poucos dias antes do Lançamento do ano escutista no nosso Agrupamento. Esta actividade serve para as secções apresentarem os seus trabalhos realizados durante o ano, apresentarem as suas avaliações de Secção e de Equipa de Animação e fazerem a avaliação do Agrupamento em geral. Também serve para redistribuir os Dirigentes pelas Secções para o Ano Seguinte e elaborar o Plano Anual de Actividades. Normalmente também aproveitamos o facto de ter todos os elementos das Equipas de Animação a participar para fazer formação interna a todos os dirigentes. (em anos anteriores já fizemos sobre Bandeiras e mesmo Escalada e Rappel) Este ano, optámos por fazer formação na área da Animação da Fé.

> Esquema de Actividades:

  MANHÃ TARDE NOITE
6ª Feira     22H30
As vivências
das Tribos
SÁBADO 10H00 Trilhos de Partilha KWARUP – O renascimento das tribos TORÉ
DOMINGO 9H00
Missa
Desmontagem
14H00
Passagem do Testemunho
Avaliação da Partilha
 

> Dinâmica da Actividade: “As vivências das Tribos”

A actividade começa com a entrega da 1ª Mensagem do Pagé aos Caciques. Esta mensagem apresenta a Mística aos participantes e indica-lhes o conjunto de tarefas que tem que executar a partir daí;

> Tópicos importantes a reter:

1. O PAJÉ – chefe de Agrupamento entrega a cada CACIQUE um envelope onde se encontram escritos os elementos constituintes da sua Tribo.

2. Existem 4 tribos, a amarela, a azul, a vermelha e a verde.

3. Cada tribo terá logo no início de eleger um chefe de tribo que se chama (CACIQUE – elemento que faz o papel de chefe na vida tribal pois organiza e orienta os índios) e criar um grito/cantar de tribo (TOANTE)

4. Cada elemento tem uma fita com uma pena que usa na cabeça. A fita tem a cor da tribo.

5. PAJÉ representado pelo Chefe de Agrupamento (o sacerdote das tribos, pois conhece todos os rituais e recebe as mensagens e sabedoria dos Caciques. Ele também é o curandeiro, pois é chamado a intervir nas situações mais melindrosas. Pajé faz o ritual da pajelança, onde evoca os deuses das florestas e os ancestrais para o ajudar a manter as tribos num bom rumo, tendo por base a colaboração dos CACIQUES das Tribos encomendando a Mezinha - Método Erudito de Zelar pelos Índios Numa Hora de Aflição.

6. O valor central que unifica as tribos é a FÉ.

7. Cada tribo recebe um totem (vara) que enfeitará com fitas da cor da Tribo onde poderão colocar aspectos relevantes do ritual da partilha (nomes de caça, valores vividos, pensamentos, etc.)

8. As tribos, já organizadas, partem em escolha do seu campo para montagem de tendas. Lá, ser-lhes-à entregue uma carta que indica à tribo os procedimentos para a fase seguinte, escrito na forma linguística característica das tribos.

9. Ao nascer da Lua de Sábado as tribos reúnem-se para o TORÉ (manifestação sócio cultural comum a vários grupos indígenas; ritual que manifesta contentamento sobre vários aspectos: confraternização, louvação aos encantados, etc.). Este ritual pode ser feito ao ar livre, dançado ao ritmo da música dos TOANTES de FESTA – músicas cantadas durante os rituais para invocar a bênção dos seres encantados.

10. A cerimónia do Kwarup consiste num ritual, em que todos os indígenas em volta do tronco do renascimento apelam ao grande Deus que os ajude a continuar com virtudes tribais, vividas até então na sua tribo e que auxilie os caciques e sub-cabecilhas a encarar os desafios do Índio Novo.

> Mística

Há muito, muito tempo, várias tribos Índias da espécie CNE (Criaturas com Natural Encanto) foram separadas pelo Senhor Pajé, (sacerdote da espécie CNE, sábio e conhecedor de todos os rituais), após este ter recebido uma mensagem dos deuses ancestrais, ordenando-lhe que separasse os índios pelas cores dos seus rostos e tronco linguístico ao qual pertenciam. Ordenou ainda que concedesse a cada tribo, diferentes formas de vivência e características de trabalho distintas para moldarem, por estrato etário, o Índio Novo - criatura com natural encanto que se submete a um percurso de aprendizagem, partilha e crescimento desde os seus tenros 6 anos de vida até decidir a sua partida individual.

Estas tribos têm vivido anualmente cada uma na sua aldeia, vivendo místicas próprias, realizando tarefas distintas, respeitando o ambiente, as outras raças e tribos e tendo por chefe o Cacique que organiza e orienta a vida da tribo auxiliado pelos sub-cabecilhas (chefes adjuntos e elementos da equipa de animação).

As tribos possuíam uma relação baseada em regras sociais, políticas e religiosas, vivendo em aldeias distintas, adoptando modos de vida diferenciados das outras tribos e defendendo persistentemente os ideais, espiritualidade e unidade que lhe foram concedidos. O contacto entre os índios das tribos só era permitido em momentos de guerra, cerimónias de festejo e nos momentos de estabelecer alianças em favor de um bem comum.

Contudo, nos primeiros dias do nono mês de cada ano, as tribos encontram-se para realizar o RP - Ritual da Partilha, que consiste no encontro das tribos para partilharem as vivências do ano, permitir troca de saberes e de adultos indígenas.

Cada tribo tem anualmente a possibilidade de mostrar a Pajé que possui condições para ter à sua responsabilidade a formação do Índio Novo.

O início da contenda é marcado pelo soar de um corno de boi que chama todos os índios a apresentarem-se para o Ritual da Partilha.

Ao longo desta cerimónia soam os “Toantes” – Gritos das Tribos, cantados pelos índios e comem-se “bezerros e bois” partilhados, regados com poções bebíveis que embelezam a partilha.

No final do Ritual da Partilha há a PASSAGEM DO TESTEMUNHO – troca da fita representativa da cor da Tribo entre os Caciques e Sub-cabecilhas como marca de uma nova etapa na construção do Índio Novo.

(Na devida altura, Pagé ainda nessa primeira noite entrega a 2ª Mensagem com novas tarefas;)

> MENSAGEM ENVIADA AOS INDÍGENAS DE TODAS AS TRIBOS:

AMIGOS ÍNDIOS QUE SE ENCONTRAM REUNIDOS EM PARTILHA, LEMBRO-VOS UMA PASSAGEM BÍBLICA DA ÚLTIMA CEIA:

“Vós chamais-Me Mestre e Senhor, e dizeis bem, visto que O sou. Ora, se Eu vos lavei os pés, sendo Senhor e Mestre, também Vós deveis lavar os pés uns aos outros. Dei-vos o exemplo, para que, como Eu vos fiz, façais vós também.(...)
Em verdade, em verdade vos digo: quem recebe aquele que eu enviar é a Mim que recebe; e quem Me recebe a Mim, recebe aquele que Me enviou.”

São João; 13

ASSIM SEJA. TAL COMO JESUS EM SINAL DE PURIFICAÇÃO, HUMILDADE E IGUALDADE LAVOU OS PÉS AOS DISCIPULOS LAVAI VÓS TAMBÉM OS PÉS UNS AOS OUTROS COMO GESTO DE ENTREGA, DESPRENDIMENTO, UNIÃO E COMUNHÃO PARA DAR INÍCIO AO RITUAL DA PARTILHA. (estas últimas palavras, que explicam qual a tarefa a cumprir pelas Tribos, foi apresentada em código Chinês. Colocamos uma bacia com água e uma vela acesa ao lado de cada bacia para criar um certo ambiente e pedimos a cada Tribo que preparasse uma toalha.)

(Depois de todos darem entrada misticamente nesta actividade apresentámos a Dinâmica da Formação da Animação da fé)

> Dinâmica da Animação da Fé

Como todos achámos necessário, iremos dedicar este fim de semana entre Dirigentes para partilhar uns com os outros a nossa vivência de Fé. Achei que seria mais produtivo se em vez de dedicar uma manhã para uma Palestra sobre este tema, vos propusesse um fim de semana de actividades escutistas, tal e qual como fazemos para todas as que preparamos aos nossos miúdos, e procurar em cada momento a Fé que trazemos presente em nós.

Para melhor interiorizar esta ideia deixo aqui algumas palavras do nosso B.P.;

«Pediram-me que descrevesse mais pormenorizadamente o que tinha em mente a respeito da religião quando instituí o Escutismo e o Guidismo. Perguntaram-me: “Onde é que entra a religião?”
Pois bem, eis a minha resposta: “Não entra em parte nenhuma. Já lá está. É o factor fundamental subjacente ao Escutismo e ao Guidismo”.»
Alocução à Conferência de Comissários do Escutismo e do Guidismo, em 2 de Julho de 1926. No livro “O Rasto do Fundador”.

«Não há qualquer lado religioso do Movimento. Ele é todo baseado na religião, isto é, na compreensão e no serviço de Deus.»

«O rapaz tem uma inclinação natural para a religião, mas instrui-los nos pormenores que podem ser interessantes para um adulto tem frequentemente por efeito aborrecê-lo ou fazer dele um safado. Uma maneira segura de conseguir a sua sincera compreensão de Deus é o estudo da Natureza, e a dos seus deveres de cristão, a pratica escutista de boas acções, etc.»
EPR, (26ª), 243 (também em HQG - Headquarters Gazette, era o boletim oficial da associação inglesa, depois passou a chamar-se "Scouter" -, Abril 1918, sep. BP’s Outlook, 68-69), e no livro “O Rasto do Fundador”.

«Há cinco por cento de bem até no pior dos caracteres. O que é interessante é descobri-lo, e depois desenvolve-lo até atingir uns 80 ou 90 por cento.»
Aids, WB, 4 (mesma ideia em SYM, 25)

(Depois disto, passámos as apresentações Power Point das actividades desenvolvidas ao longo do ano pelas Secções, bem como da Avaliação do funcionamento da Secção e da Equipa de Animação! Terminámos o nosso dia de trabalhos com a Avaliação do funcionamento do Agrupamento em geral.)

(Na manhã de sábado, hasteámos as Bandeiras depois do pequeno almoço e entregámos nessa formatura uma primeira mensagem a todos os Caciques que explicava a próxima actividade. Tratou-se de uma pista com três postos que convidavam os participantes a reflectir e que de certa forma já ia preparando o espírito dos participantes para a sessão de trabalhos da tarde;)

> Trilhos de Partilha - Primeira mensagem aos indígenas!

Os Chefes de Tribo gostam que toda a gente se pronuncie antes de combinar as partilhas. Para isso organizam por estas alturas uma visita às suas paragens para que toda a gente se aperceba das mais valias de cada cantinho das suas posses. Todos os lugares são diferentes, e é claro que nem todos os terrenos seriam ideais para colocar o gado a pastar. Mas o Chefe de Tribo mais atento consegue facilmente realçar a mais valia de cada terreno.

Nesta altura, todos os elementos preparam a sua trouxa, com água, um peça de fruta, caderno de caça, caneta ou lápis, carta topográfica, escalimetro e espírito aberto para poder aperceber-se de todas as mais valias do caminho.

Cada tribo irá começar o trilho num sítio diferente, e depois seguir as pistas a partir de lá:

- Tribo Amarela - 1024 5024
-Tribo Azul - 0966 4933
-Tribo Vermelha - 1010 4950

Boa Caça!

> Trilhos de Partilha

A natureza demonstra-nos o carácter de Deus. A Bíblia diz em Salmos 19:1 “Os céus proclamam a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos.”

Neste lugar admirável, verdadeira dádiva de Deus, convidava-vos a partilharem o mais puro do vosso sentimento!

Sabemos que, em nossas casas existe o conforto e todos os acessórios que precisamos para tornar mais simples todas as nossas tarefas diárias, temos a água canalizada e esquentadores para a aquecer, temos a electricidade, uma quantidade enorme de coisas que o Homem inventou para poder viver de uma forma mais descansada. Quantas vezes não damos connosco a dizer: “Ai este sofá, …que maravilha!” ou mesmo; “Ai um banhinho de água quente, como sabia bem!” Agora, …aqui neste lugar não temos nada disso, na maioria dos acampamentos de escuteiros também não, mas mesmo assim continuamos a gostar da vida em campo! Que será que nos oferece o Senhor em campo que não encontramos em nossas casas confortáveis?

Convido-vos então a escrever no vosso Caderno de Caça, e forma individual, aquilo que sentem que pode responder a esta pergunta, …e depois o partilhassem entre vocês!

Boa Caça!

> Trilhos de Partilha

Com fé tudo é possível. A Bíblia diz em Marcos 9:23 “Ao que lhe disse Jesus: Se podes! - tudo é possível ao que crê.”

Se já alguma vês ouviste falar que para os Escuteiros não há Impossíveis, …bem, já deu para ver que não foi invenção apenas de BP, já Jesus proclamava isto aos seus discípulos!

A verdadeira fé é crer no que Cristo fez por nós. A Bíblia diz em Romanos 5:1 “Justificados, pois, pela fé, tenhamos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo.”

Qual é a definição de fé? A Bíblia diz em Hebreus 11:1 “Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se vêem.”

Ninguém melhor que Deus para tornar as coisas possíveis, mas ele partilha connosco a sua fórmula e as suas ferramentas. Se alguma vez achaste impossível comunicar com o teu amigo do lado sem teres que lhe falar, …convidava-vos a fazerem o seguinte:

- Dêem as mãos uns aos outros, segurem bem forte a mão que tem na mão, juntem os pés, e depois tentem abrir os braços todos ao mesmo tempo. Não falem, mas o vosso olhar vai falar por vocês!

Já com todos em posição, e depois de uns segundos de partilha de olhares, quem quiser pode falar sobre alguém com tenha partilhado seu olhar, e tentar dizer o que essa pessoa estava a sentir. Todos podem fazer isto, e depois de todos terem feito o mesmo, quem quiser pode mesmo desvendar o que realmente sentiu! ?

Boa Caça!

> Trilhos de Partilha

Os bons líderes delegam o trabalho e mostram apreciação pelo trabalho que os outros fazem. A Bíblia diz em Êxodo 39:43 “Viu, pois, Moisés toda a obra, e eis que a tinham feito; como o Senhor ordenara, assim a fizeram; então Moisés os abençoou.”

Os bons lideres reconhecem os seus limites. A Bíblia diz em Deuteronômio 1:9 “Nesse mesmo tempo eu vos disse: Eu sozinho não posso levar-vos.”

Sim, somos lideres. Ninguém pense o contrário. Dirigindo uma Associação que vive para os jovens, somos todos lideres, cada um à sua maneira, de um movimento que precisa de adultos para guiar os nossos jovens e lhes mostrar os caminhos que tem à escolha para orientarem a sua vida pelos exemplos de coragem, determinação e espírito comunitário que lhes dermos! Devo mesmo dizer-te que os jovens que te acompanham, facilmente reparam em todas as vezes que estás com eles, reparam no afecto que lhes transmites, nas palavras duras ou meigas que lhes dás, nas propostas que lhes apresentas, na emoção que trazes para viver com eles, …reparam mesmo em todos os teus movimentos, …e reparam porque te admiram, e porque de certa forma tu és importante para eles! Em cada situação eles vão esperar algo de ti, tal e qual como tu esperas algo de cada um deles. Por isso, …e já agora mantém sempre presente o teu sorriso que pode muito facilmente passar a ser o sorriso de todos os que te acompanham!

Sei que cada Dirigente tem que dar muito de si, prescindir de muitos momentos com a sua família, amigos e não só, …por isso é fácil reconhecer em cada um de voz um herói, e olhar-vos com orgulho!

Mesmo assim, de tempos a tempos é sensato que façamos uma reflexão para ver se todos os nossos esforços nos trazem algo de valor à nossa vida ou se são apenas fardos que carregamos. Convido-te a reflectir a ver se realmente encontras algo que te enriqueça, algo que dê energia à tua própria vida.

Se encontrares alguma coisa, partilha-a com a tua Tribo.

Boa Caça!

> Tarde de Domingo

Depois do almoço começou uma nova fase de trabalhos, apresentaram-se alguns problemas de funcionamento dos diversos sectores do agrupamento como o DMF, Secretaria, Tesouraria, Biblioteca, Oficina de Trabalhos Manuais , Material de Progressão, e das Equipas de Animação, para que todos ficassem cientes das dificuldades e pudessem preparam melhor estes sectores para o ano seguinte. Depois deste trabalho fizemos um pequeno jogo para sair da sala e das cadeiras, mas também para dar lugar a uns momentos mais sentimentais, alegres e de preparação;

- Juntamos os elementos dois a dois e pedimos que apertem os lenços a tapar os olhos do colega e colocamos musica ambiente. De seguida pedimos para fazerem um determinado percurso com os seus dedos indicadores erguidos e entre o dedo de um e do outro colocamos um pauzinho dos restaurantes Chineses que eles vão ter que manter sem deixar cair durante todo o percurso! Procurando assim a aproximação e a coordenação entre participantes, ao se esforçarem para manter o elo de ligação entre os seus dedos. Sempre que o elo caia, lançamos uma questão do género: “Pensem no que sentem quando perdem o vosso elo de ligação!” Rapidamente restabeleciam o elo e continuavam o percurso! Isto durante uns 5 ou 6 minutos.

Na segunda parte da tarde, há então lugar para o “KWARUP” (O renascimento das Tribos), a redistribuição dos elementos pelas novas Equipas de Animação e pelos vários sectores do Agrupamento.

Terminámos esta sessão de trabalhos com o Arrear da Bandeira.

Mais tarde, logo a seguir ao jantar lançamos outra proposta de reflexão;

- Convido cada um a tirar um papel de uma bolsa que contem dum lado o nome de um dos vossos colegas (espero que não tirem o vosso nome ?), e do outro lado está completamente em branco. A ideia é aproveitar o espaço em branco para escrever uma mensagem de encorajamento a essa pessoa, no sentido que vocês quiserem. Não é preciso identificar quem escreve a mensagem, a menos que seja essa a opção de cada um. No final colocamos todos o papelinho dobrado dentro da bolsa novamente, e mais tarde iremos tirar cada um o papel que tem o nosso nome! Pode ser que nos façam uma mensagem gira!

Seguiu-se o cafezito e uns minutos de “TORÉ” e logo a derradeira sessão de trabalhos. Trata-se da elaboração do Plano Anual de Actividades.

Na manhã seguinte entramos na missa às 9 horas seguida da visita à Sede do Agrupamento Marítimo 235 da Figueira da Foz e mais um cafezito que o sono começava a apertar. Chegados a campo, arrumam-se as coisas nas mochilas de desmontam-se as tendas, a FNA prepara o Almoço e almoça-se. A seguir ao almoço, cada elemento lê a mensagem que lhe escreveram. Seguidamente é hora da “Passagem do Testemunho” e da Avaliação da Actividade.

Arrumam-se todas as tralhas, faz-se a limpeza geral e terminamos a nossa actividade, rumando à Sede do nosso agrupamento onde fomos arrumar os equipamentos.

> Mezinhas

(Mezinha – Método Erudito de Zelar pelos Índios Numa Hora de Aflição)

Cantar, bem alto, uma canção infantil com gestos

Domingo – 8H05

Fazer uma birra de criança

Domingo – 14H00

Gritar bem alto: eu sou o(a) Indio (a)mais bonito(a) do terreritório. Repetir 3 vezes

Sábado – 9H00

Fazer uma serenata à índia/índio mais próximo

Sábado – 21H00

Desenhar a macaca no chão e jogar à macaca pró número 6.

Sábado – 9h35

Dizer um provérbio.

Sábado – 13H00

Oferecer água a um índio para beber sem tocar com a mão.

Sábado – 14H21

Cantar e dançar uma música do rancho (qualquer).

Sábado – 15H00

Dar uma cambalhota para a frente.

Sábado – 16H10

Simular que está a pescar um peixe muito grande (aí com uns 10Kg)

Sábado – 17H05

Transportar um livro à cabeça por um percurso de 5 metros.

Sábado – 18H09

Gritar bem alto: eu gostava de trepar aos postes e palpar "o cú" às lampadas. Era só pra ver se ainda estavam quentes.

Sábado – 20H00

Simular ser um mimo (estar parado numa posição e expressar emoções)

Sexta-feira – 22H59

Representar que está a ressonar. Tem de incomodar a vizinhança.

Sexta-feira – 23H32

Saltar à corda 10 vezes.

Domingo – 8H45

Simular que está a tocar ao badalo do sino da igreja e tocam as 12 badaladas (não esquecer de fazer o som).

Domingo – 12H00

Tentar convencer um dos Pajés que era a pessoa ideal para ser o seu par. PS -Vá lá não descreva só qualidades

Sábado – 24H05

Distribuir o lixo de forma ecológica pelos ecopontos (dizer qual leva o quê).

Domingo – 13H15

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