> Dinâmica da
Actividade: As vivências das Tribos
A actividade começa com a
entrega da 1ª Mensagem do Pagé aos Caciques. Esta mensagem
apresenta a Mística aos participantes e indica-lhes o
conjunto de tarefas que tem que executar a partir daí;
> Tópicos
importantes a reter:
1. O PAJÉ chefe de
Agrupamento entrega a cada CACIQUE um envelope onde se
encontram escritos os elementos constituintes da sua Tribo.
2. Existem 4 tribos, a
amarela, a azul, a vermelha e a verde.
3. Cada tribo terá logo no
início de eleger um chefe de tribo que se chama (CACIQUE
elemento que faz o papel de chefe na vida tribal pois
organiza e orienta os índios) e criar um grito/cantar de
tribo (TOANTE)
4. Cada elemento tem uma
fita com uma pena que usa na cabeça. A fita tem a cor da
tribo.
5. PAJÉ representado pelo
Chefe de Agrupamento (o sacerdote das tribos, pois conhece
todos os rituais e recebe as mensagens e sabedoria dos
Caciques. Ele também é o curandeiro, pois é chamado a
intervir nas situações mais melindrosas. Pajé faz o ritual
da pajelança, onde evoca os deuses das florestas e os
ancestrais para o ajudar a manter as tribos num bom rumo,
tendo por base a colaboração dos CACIQUES das Tribos
encomendando a Mezinha - Método Erudito de Zelar pelos
Índios Numa Hora de Aflição.
6. O valor central que
unifica as tribos é a FÉ.
7. Cada tribo recebe um
totem (vara) que enfeitará com fitas da cor da Tribo onde
poderão colocar aspectos relevantes do ritual da partilha
(nomes de caça, valores vividos, pensamentos, etc.)
8. As tribos, já
organizadas, partem em escolha do seu campo para montagem de
tendas. Lá, ser-lhes-à entregue uma carta que indica à
tribo os procedimentos para a fase seguinte, escrito na forma
linguística característica das tribos.
9. Ao nascer da Lua de
Sábado as tribos reúnem-se para o TORÉ (manifestação
sócio cultural comum a vários grupos indígenas; ritual que
manifesta contentamento sobre vários aspectos:
confraternização, louvação aos encantados, etc.). Este
ritual pode ser feito ao ar livre, dançado ao ritmo da
música dos TOANTES de FESTA músicas cantadas durante
os rituais para invocar a bênção dos seres encantados.
10. A cerimónia do Kwarup
consiste num ritual, em que todos os indígenas em volta do
tronco do renascimento apelam ao grande Deus que os ajude a
continuar com virtudes tribais, vividas até então na sua
tribo e que auxilie os caciques e sub-cabecilhas a encarar os
desafios do Índio Novo.
> Mística
Há muito, muito tempo,
várias tribos Índias da espécie CNE (Criaturas com Natural
Encanto) foram separadas pelo Senhor Pajé, (sacerdote da
espécie CNE, sábio e conhecedor de todos os rituais), após
este ter recebido uma mensagem dos deuses ancestrais,
ordenando-lhe que separasse os índios pelas cores dos seus
rostos e tronco linguístico ao qual pertenciam. Ordenou
ainda que concedesse a cada tribo, diferentes formas de
vivência e características de trabalho distintas para
moldarem, por estrato etário, o Índio Novo - criatura com
natural encanto que se submete a um percurso de aprendizagem,
partilha e crescimento desde os seus tenros 6 anos de vida
até decidir a sua partida individual.
Estas tribos têm vivido
anualmente cada uma na sua aldeia, vivendo místicas
próprias, realizando tarefas distintas, respeitando o
ambiente, as outras raças e tribos e tendo por chefe o
Cacique que organiza e orienta a vida da tribo auxiliado
pelos sub-cabecilhas (chefes adjuntos e elementos da equipa
de animação).
As tribos possuíam uma
relação baseada em regras sociais, políticas e religiosas,
vivendo em aldeias distintas, adoptando modos de vida
diferenciados das outras tribos e defendendo persistentemente
os ideais, espiritualidade e unidade que lhe foram
concedidos. O contacto entre os índios das tribos só era
permitido em momentos de guerra, cerimónias de festejo e nos
momentos de estabelecer alianças em favor de um bem comum.
Contudo, nos primeiros dias
do nono mês de cada ano, as tribos encontram-se para
realizar o RP - Ritual da Partilha, que consiste no encontro
das tribos para partilharem as vivências do ano, permitir
troca de saberes e de adultos indígenas.
Cada tribo tem anualmente a
possibilidade de mostrar a Pajé que possui condições para
ter à sua responsabilidade a formação do Índio Novo.
O início da contenda é
marcado pelo soar de um corno de boi que chama todos os
índios a apresentarem-se para o Ritual da Partilha.
Ao longo desta cerimónia
soam os Toantes Gritos das Tribos,
cantados pelos índios e comem-se bezerros e bois
partilhados, regados com poções bebíveis que embelezam a
partilha.
No final do Ritual da
Partilha há a PASSAGEM DO TESTEMUNHO troca da fita
representativa da cor da Tribo entre os Caciques e
Sub-cabecilhas como marca de uma nova etapa na construção
do Índio Novo.
(Na
devida altura, Pagé ainda nessa primeira noite entrega a 2ª
Mensagem com novas tarefas;)
> MENSAGEM
ENVIADA AOS INDÍGENAS DE TODAS AS TRIBOS:
AMIGOS ÍNDIOS QUE SE
ENCONTRAM REUNIDOS EM PARTILHA, LEMBRO-VOS UMA PASSAGEM
BÍBLICA DA ÚLTIMA CEIA:
Vós chamais-Me Mestre
e Senhor, e dizeis bem, visto que O sou. Ora, se Eu vos lavei
os pés, sendo Senhor e Mestre, também Vós deveis lavar os
pés uns aos outros. Dei-vos o exemplo, para que, como Eu vos
fiz, façais vós também.(...)
Em verdade, em verdade vos digo: quem recebe aquele que eu
enviar é a Mim que recebe; e quem Me recebe a Mim, recebe
aquele que Me enviou.
São João; 13
ASSIM SEJA. TAL COMO JESUS
EM SINAL DE PURIFICAÇÃO, HUMILDADE E IGUALDADE LAVOU OS
PÉS AOS DISCIPULOS LAVAI VÓS TAMBÉM OS PÉS UNS AOS OUTROS
COMO GESTO DE ENTREGA, DESPRENDIMENTO, UNIÃO E COMUNHÃO
PARA DAR INÍCIO AO RITUAL DA PARTILHA. (estas últimas
palavras, que explicam qual a tarefa a cumprir pelas Tribos,
foi apresentada em código Chinês. Colocamos uma bacia com
água e uma vela acesa ao lado de cada bacia para criar um
certo ambiente e pedimos a cada Tribo que preparasse uma
toalha.)
(Depois
de todos darem entrada misticamente nesta actividade
apresentámos a Dinâmica da Formação da Animação da fé)
> Dinâmica da
Animação da Fé
Como todos achámos
necessário, iremos dedicar este fim de semana entre
Dirigentes para partilhar uns com os outros a nossa vivência
de Fé. Achei que seria mais produtivo se em vez de dedicar
uma manhã para uma Palestra sobre este tema, vos propusesse
um fim de semana de actividades escutistas, tal e qual como
fazemos para todas as que preparamos aos nossos miúdos, e
procurar em cada momento a Fé que trazemos presente em nós.
Para melhor interiorizar
esta ideia deixo aqui algumas palavras do nosso B.P.;
«Pediram-me que
descrevesse mais pormenorizadamente o que tinha em mente
a respeito da religião quando instituí o Escutismo e o
Guidismo. Perguntaram-me: Onde é que entra a
religião?
Pois bem, eis a minha resposta: Não entra em parte
nenhuma. Já lá está. É o factor fundamental
subjacente ao Escutismo e ao Guidismo.»
Alocução à
Conferência de Comissários do Escutismo e do Guidismo,
em 2 de Julho de 1926. No livro O Rasto do
Fundador.
«Não há qualquer lado
religioso do Movimento. Ele é todo baseado na religião,
isto é, na compreensão e no serviço de Deus.»
«O rapaz tem uma
inclinação natural para a religião, mas instrui-los nos
pormenores que podem ser interessantes para um adulto tem
frequentemente por efeito aborrecê-lo ou fazer dele um
safado. Uma maneira segura de conseguir a sua sincera
compreensão de Deus é o estudo da Natureza, e a dos seus
deveres de cristão, a pratica escutista de boas acções,
etc.»
EPR, (26ª), 243
(também em HQG - Headquarters Gazette, era o boletim oficial
da associação inglesa, depois passou a chamar-se
"Scouter" -, Abril 1918, sep. BPs Outlook,
68-69), e no livro O Rasto do Fundador.
«Há cinco por cento de bem
até no pior dos caracteres. O que é interessante é
descobri-lo, e depois desenvolve-lo até atingir uns 80 ou 90
por cento.»
Aids, WB, 4 (mesma ideia
em SYM, 25)
(Depois
disto, passámos as apresentações Power Point das
actividades desenvolvidas ao longo do ano pelas Secções,
bem como da Avaliação do funcionamento da Secção e da
Equipa de Animação! Terminámos o nosso dia de trabalhos
com a Avaliação do funcionamento do Agrupamento em geral.)
(Na
manhã de sábado, hasteámos as Bandeiras depois do pequeno
almoço e entregámos nessa formatura uma primeira mensagem a
todos os Caciques que explicava a próxima actividade.
Tratou-se de uma pista com três postos que convidavam os
participantes a reflectir e que de certa forma já ia
preparando o espírito dos participantes para a sessão de
trabalhos da tarde;)
> Trilhos de
Partilha - Primeira mensagem aos indígenas!
Os Chefes de Tribo gostam
que toda a gente se pronuncie antes de combinar as partilhas.
Para isso organizam por estas alturas uma visita às suas
paragens para que toda a gente se aperceba das mais valias de
cada cantinho das suas posses. Todos os lugares são
diferentes, e é claro que nem todos os terrenos seriam
ideais para colocar o gado a pastar. Mas o Chefe de Tribo
mais atento consegue facilmente realçar a mais valia de cada
terreno.
Nesta altura, todos os
elementos preparam a sua trouxa, com água, um peça de
fruta, caderno de caça, caneta ou lápis, carta
topográfica, escalimetro e espírito aberto para poder
aperceber-se de todas as mais valias do caminho.
Cada tribo irá começar o
trilho num sítio diferente, e depois seguir as pistas a
partir de lá:
- Tribo Amarela - 1024 5024
-Tribo Azul - 0966 4933
-Tribo Vermelha - 1010 4950
Boa Caça!
> Trilhos de
Partilha
A natureza demonstra-nos o
carácter de Deus. A Bíblia diz em Salmos 19:1 Os
céus proclamam a glória de Deus e o firmamento anuncia a
obra das suas mãos.
Neste lugar admirável,
verdadeira dádiva de Deus, convidava-vos a partilharem o
mais puro do vosso sentimento!
Sabemos que, em nossas casas
existe o conforto e todos os acessórios que precisamos para
tornar mais simples todas as nossas tarefas diárias, temos a
água canalizada e esquentadores para a aquecer, temos a
electricidade, uma quantidade enorme de coisas que o Homem
inventou para poder viver de uma forma mais descansada.
Quantas vezes não damos connosco a dizer: Ai este
sofá,
que maravilha! ou mesmo; Ai um
banhinho de água quente, como sabia bem! Agora,
aqui neste lugar não temos nada disso, na maioria dos
acampamentos de escuteiros também não, mas mesmo assim
continuamos a gostar da vida em campo! Que será que nos
oferece o Senhor em campo que não encontramos em nossas
casas confortáveis?
Convido-vos então a
escrever no vosso Caderno de Caça, e forma individual,
aquilo que sentem que pode responder a esta pergunta,
e
depois o partilhassem entre vocês!
Boa Caça!
> Trilhos de
Partilha
Com fé tudo é possível. A
Bíblia diz em Marcos 9:23 Ao que lhe disse Jesus: Se
podes! - tudo é possível ao que crê.
Se já alguma vês ouviste
falar que para os Escuteiros não há Impossíveis,
bem, já deu para ver que não foi invenção apenas de
BP, já Jesus proclamava isto aos seus discípulos!
A verdadeira fé é crer no
que Cristo fez por nós. A Bíblia diz em Romanos 5:1
Justificados, pois, pela fé, tenhamos paz com Deus,
por nosso Senhor Jesus Cristo.
Qual é a definição de
fé? A Bíblia diz em Hebreus 11:1 Ora, a fé é o
firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das
coisas que não se vêem.
Ninguém melhor que Deus
para tornar as coisas possíveis, mas ele partilha connosco a
sua fórmula e as suas ferramentas. Se alguma vez achaste
impossível comunicar com o teu amigo do lado sem teres que
lhe falar,
convidava-vos a fazerem o seguinte:
- Dêem as mãos uns aos
outros, segurem bem forte a mão que tem na mão, juntem os
pés, e depois tentem abrir os braços todos ao mesmo tempo.
Não falem, mas o vosso olhar vai falar por vocês!
Já com todos em posição,
e depois de uns segundos de partilha de olhares, quem quiser
pode falar sobre alguém com tenha partilhado seu olhar, e
tentar dizer o que essa pessoa estava a sentir. Todos podem
fazer isto, e depois de todos terem feito o mesmo, quem
quiser pode mesmo desvendar o que realmente sentiu! ?
Boa Caça!
> Trilhos de
Partilha
Os bons líderes delegam o
trabalho e mostram apreciação pelo trabalho que os outros
fazem. A Bíblia diz em Êxodo 39:43 Viu, pois, Moisés
toda a obra, e eis que a tinham feito; como o Senhor
ordenara, assim a fizeram; então Moisés os abençoou.
Os bons lideres reconhecem
os seus limites. A Bíblia diz em Deuteronômio 1:9
Nesse mesmo tempo eu vos disse: Eu sozinho não posso
levar-vos.
Sim, somos lideres. Ninguém
pense o contrário. Dirigindo uma Associação que vive para
os jovens, somos todos lideres, cada um à sua maneira, de um
movimento que precisa de adultos para guiar os nossos jovens
e lhes mostrar os caminhos que tem à escolha para orientarem
a sua vida pelos exemplos de coragem, determinação e
espírito comunitário que lhes dermos! Devo mesmo dizer-te
que os jovens que te acompanham, facilmente reparam em todas
as vezes que estás com eles, reparam no afecto que lhes
transmites, nas palavras duras ou meigas que lhes dás, nas
propostas que lhes apresentas, na emoção que trazes para
viver com eles,
reparam mesmo em todos os teus
movimentos,
e reparam porque te admiram, e porque de
certa forma tu és importante para eles! Em cada situação
eles vão esperar algo de ti, tal e qual como tu esperas algo
de cada um deles. Por isso,
e já agora mantém sempre
presente o teu sorriso que pode muito facilmente passar a ser
o sorriso de todos os que te acompanham!
Sei que cada Dirigente tem
que dar muito de si, prescindir de muitos momentos com a sua
família, amigos e não só,
por isso é fácil
reconhecer em cada um de voz um herói, e olhar-vos com
orgulho!
Mesmo assim, de tempos a
tempos é sensato que façamos uma reflexão para ver se
todos os nossos esforços nos trazem algo de valor à nossa
vida ou se são apenas fardos que carregamos. Convido-te a
reflectir a ver se realmente encontras algo que te
enriqueça, algo que dê energia à tua própria vida.
Se encontrares alguma coisa,
partilha-a com a tua Tribo.
Boa Caça!
> Tarde de
Domingo
Depois do
almoço começou uma nova fase de trabalhos, apresentaram-se
alguns problemas de funcionamento dos diversos sectores do
agrupamento como o DMF, Secretaria, Tesouraria, Biblioteca,
Oficina de Trabalhos Manuais , Material de Progressão, e das
Equipas de Animação, para que todos ficassem cientes das
dificuldades e pudessem preparam melhor estes sectores para o
ano seguinte. Depois deste trabalho fizemos um pequeno jogo
para sair da sala e das cadeiras, mas também para dar lugar
a uns momentos mais sentimentais, alegres e de preparação;
- Juntamos
os elementos dois a dois e pedimos que apertem os lenços a
tapar os olhos do colega e colocamos musica ambiente. De
seguida pedimos para fazerem um determinado percurso com os
seus dedos indicadores erguidos e entre o dedo de um e do
outro colocamos um pauzinho dos restaurantes Chineses que
eles vão ter que manter sem deixar cair durante todo o
percurso! Procurando assim a aproximação e a coordenação
entre participantes, ao se esforçarem para manter o elo de
ligação entre os seus dedos. Sempre que o elo caia,
lançamos uma questão do género: Pensem no que sentem
quando perdem o vosso elo de ligação! Rapidamente
restabeleciam o elo e continuavam o percurso! Isto durante
uns 5 ou 6 minutos.
Na segunda
parte da tarde, há então lugar para o KWARUP (O
renascimento das Tribos), a redistribuição dos elementos
pelas novas Equipas de Animação e pelos vários sectores do
Agrupamento.
Terminámos
esta sessão de trabalhos com o Arrear da Bandeira.
Mais tarde,
logo a seguir ao jantar lançamos outra proposta de
reflexão;
- Convido cada um a tirar um
papel de uma bolsa que contem dum lado o nome de um dos
vossos colegas (espero que não tirem o vosso nome ?), e do
outro lado está completamente em branco. A ideia é
aproveitar o espaço em branco para escrever uma mensagem de
encorajamento a essa pessoa, no sentido que vocês quiserem.
Não é preciso identificar quem escreve a mensagem, a menos
que seja essa a opção de cada um. No final colocamos todos
o papelinho dobrado dentro da bolsa novamente, e mais tarde
iremos tirar cada um o papel que tem o nosso nome! Pode ser
que nos façam uma mensagem gira!
Seguiu-se o
cafezito e uns minutos de TORÉ e logo a
derradeira sessão de trabalhos. Trata-se da elaboração do
Plano Anual de Actividades.
Na manhã
seguinte entramos na missa às 9 horas seguida da visita à
Sede do Agrupamento Marítimo 235 da Figueira da Foz e mais
um cafezito que o sono começava a apertar. Chegados a campo,
arrumam-se as coisas nas mochilas de desmontam-se as tendas,
a FNA prepara o Almoço e almoça-se. A seguir ao almoço,
cada elemento lê a mensagem que lhe escreveram. Seguidamente
é hora da Passagem do Testemunho e da
Avaliação da Actividade.
Arrumam-se
todas as tralhas, faz-se a limpeza geral e terminamos a nossa
actividade, rumando à Sede do nosso agrupamento onde fomos
arrumar os equipamentos.
> Mezinhas
(Mezinha Método
Erudito de Zelar pelos Índios Numa Hora de Aflição)
| Cantar, bem alto, uma
canção infantil com gestos Domingo 8H05
|
Fazer uma birra de criança Domingo 14H00
|
| Gritar bem alto: eu sou o(a)
Indio (a)mais bonito(a) do terreritório. Repetir 3
vezes Sábado
9H00
|
Fazer uma serenata à
índia/índio mais próximo Sábado 21H00
|
Desenhar
a macaca no chão e jogar à macaca pró número 6.
Sábado
9h35
|
Dizer
um provérbio.
Sábado
13H00
|
Oferecer
água a um índio para beber sem tocar com a mão.
Sábado
14H21
|
Cantar
e dançar uma música do rancho (qualquer).
Sábado
15H00
|
Dar uma
cambalhota para a frente.
Sábado
16H10
|
Simular
que está a pescar um peixe muito grande (aí com uns
10Kg)
Sábado
17H05
|
Transportar
um livro à cabeça por um percurso de 5 metros.
Sábado
18H09
|
Gritar
bem alto: eu gostava de trepar aos postes e palpar
"o cú" às lampadas. Era só pra ver se
ainda estavam quentes.
Sábado
20H00
|
Simular
ser um mimo (estar parado numa posição e expressar
emoções)
Sexta-feira
22H59
|
Representar
que está a ressonar. Tem de incomodar a vizinhança.
Sexta-feira
23H32
|
Saltar
à corda 10 vezes.
Domingo
8H45
|
Simular
que está a tocar ao badalo do sino da igreja e tocam
as 12 badaladas (não esquecer de fazer o som).
Domingo
12H00
|
Tentar
convencer um dos Pajés que era a pessoa ideal para
ser o seu par. PS -Vá lá não descreva só
qualidades
Sábado
24H05
|
Distribuir
o lixo de forma ecológica pelos ecopontos (dizer
qual leva o quê).
Domingo
13H15
|